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A lacuna entre “vegetais” e “ricos em vegetais”

A geração Z - geração de pessoas nascidas entre 1997 e 2012 - pode estar alimentando a tendência de alimentos à base de plantas, mas, paradoxalmente, não estão comendo plantas suficientes, criando um espaço em branco para produtos e refeições prontas que colocam os vegetais no foco.

Uma pesquisa nacional observou que jovens na Inglaterra com idade entre 16 e 24 anos comem menos frutas e vegetais do que adultos mais velhos, enquanto nos Estados Unidos, o consumo de vegetais em relação às recomendações é menor entre meninos de nove a 13 anos e meninas de 14 a 18 anos, de acordo a um relatório do governo.

Embora os produtos à base de plantas sejam geralmente vistos como saudáveis, o foco dos fabricantes de alimentos em imitar o sabor, a textura e a aparência da carne e dos lácteos significa que eles podem estar perdendo uma oportunidade de combinar o desenvolvimento de novos produtos bem-sucedidos com objetivos de saúde pública: encorajar as pessoas a comerem mais vegetais, frutas, leguminosas e outras plantas não processadas.

De acordo com a analista global de alimentos da Mintel, Melanie Zanoza Bartelme, as marcas podem presumir que a Geração Z sabe até mesmo o papel que os vegetais desempenham em uma dieta balanceada, mas parece haver uma desconexão entre “à base de plantas” e “rico em vegetais”. “As marcas de vegetais estão perdendo uma oportunidade de ajudar essa geração a entender a importância dos vegetais reais em suas dietas. As marcas podem buscar novos tipos de mensagens e inovação de produtos para ajudar a geração Z a ver os vegetais como uma fonte saborosa, estimulante e conveniente de produtos vegetais”, acrescenta.

Algumas marcas já estão almejando esse segmento de consumidor com sabores e formatos atraentes, como embalagens de vegetais congelados pré-cortados e pré-temperados, o que significa que não há necessidade de lavar, descascar e picar. Também oferece uma variedade de pratos prontos e versões saudáveis de alimentos populares; ou produtos vegetais sazonais e cultivados de forma sustentável; ou ainda, pedaços inteiros de vegetais para criar versões mais saudáveis de petiscos populares que tendem a ser ricos em sal e gordura, como por exemplo, asas de couve-flor crocantes.

De acordo com uma recente pesquisa da Mintel, existem várias razões pelas quais a Geração Z tem rejeitado os vegetais. Em primeiro lugar, preparar vegetais é visto como um trabalho árduo, com quase o dobro do número de consumidores da Geração Z nos Estados Unidos dizendo que evitam preparar vegetais por causa do “incômodo” envolvido, enquanto três em cada 10 dizem que é difícil fazer vegetais saborosos. Isso pode ocorrer porque muitos dos jovens de hoje não têm um repertório de receitas para transformar vegetais crus em refeições saborosas, de acordo com Zanoza Bartelme.

Para alcançar essa geração, a Mintel sugere que as marcas de alimentos trabalhem com influenciadores que se apaixonam por alimentação saudável, nutrição e vegetais, e os incumba de ajudar os consumidores da Geração Z a verem que vegetais são uma parte necessária da sua dieta.




 

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