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Vitaminas - Fortificação de Alimentos

A fortificação de alimentos é uma das intervenções mais escalonáveis, sustentáveis e econômicas para combater a desnutrição por micronutrientes.

As deficiências de vitaminas e minerais afetam as pessoas em todo o mundo - impactando sua saúde e limitando sua capacidade de contribuir para o bem-estar econômico de suas comunidades e países.

Tradicionalmente, a pesquisa nutricional tem lidado com o fornecimento de nutrientes para nutrir populações. Atualmente, ele se concentra na melhoria da saúde das pessoas através da dieta. A pesquisa nutricional molecular moderna visa à promoção da saúde e prevenção de doenças e melhoria do desempenho. Enquanto que a nutrição personalizada é o conceito de adaptar os alimentos às necessidades individuais. Embora tenha se tornado aparente que os consumidores respondem diferentemente à dieta, dependendo de sua composição genética, estilo de vida e ambiente, o conhecimento e a compreensão relacionados permanecem fragmentados. No entanto, há uma crescente conscientização do consumidor quanto à compreensão e avaliação do estado de saúde individual e das necessidades nutricionais. Respondendo a esse cenário de consumidores em constante mudança, o business de nutrição está desenvolvendo produtos de acordo com as necessidades e benefícios desejados de grupos específicos de consumidores, sejam eles saudáveis, em risco ou doentes

Antes, entendia-se que todos deveriam comer a mesma comida saudável e equilibrada por suas vidas inteiras para manter a saúde que seja considerada ideal. Porém, os consumidores não são mais dependentes apenas de programas de fortificação em massa. A exclusividade” é cada vez uma realidade mais forte.

Nunca houve anteriormente um consumidor cada vez mais interessado em dietas, nutrição e exercícios como o de hoje. O conceito de Nutrição-Personificada mira justamente esses consumidores, os quais estão aptos a receber a oferta de uma nutrição feita sob medida. Embora esse assunto pareça ser uma realidade somente do próximo milênio, ela já é uma realidade para grandes empresas e muitas start-ups de tecnologia.

Primeiramente, são mapeados alguns conceitos básicos como a idade. Por exemplo, em pessoas idosas nota-se uma grande deficiência de vitaminas B2, B12, D, E e ácido fólico, enquanto em crianças, a Vitamina C pode reduzir em até 30% a incidência de gripe. Dietas restritivas como o vegetarianismo também tem as suas peculiaridades, elas estão diretamente ligadas a escassez de vitamina B12, B2, A e D. Isso reflete também diretamente ao estilo de vida da pessoa, fumantes tendem a ter uma deficiência em vitaminas A e E. O excesso de ingestão de açúcar é outro fator a se levar em conta, resultando em necessidade por vitaminas D e C.

Isso nos traz uma pergunta: Restringir o desenvolvimento de um produto baseado aos claims regulatórios é o suficiente para atingir esse consumidor cada vez mais consciente de seu estado de saúde? Bom, é claro que ainda não fomos capazes de erradicar doenças exclusivamente nutricionais como a Diabetes Tipo II e a obesidade. Porém, não estamos subestimando a capacidade de personalização dos produtos apenas por categorizá-los em Ingestão Diária Recomendada?

Se atualmente ferramentas como Nutrigenômica, marcadores genéticos e machine learning atuam para servir um consumidor que está cada vez mais acostumado com produtos feitos exclusivamente para ele, a indústria é obrigada a usar esses recursos para atende-lo da melhor forma.

O fato é o seguinte: a pesquisa em nutrição e saúde e sua implementação em produtos alimentícios serão cada vez mais personalizadas à medida que a capacidade das ferramentas científicas para distinguir diferenças fisiológicas importantes se funde com os meios industriais para fornecer soluções individuais. Esse processo não é uma revolução de alimentos, mas reflete a diversificação contínua de alimentos que vem ocorrendo há séculos. As soluções práticas para a maioria dos consumidores se beneficiarão, concentrando a personalização de alimentos em soluções nutricionais validadas para populações específicas. Bebês, mulheres grávidas e lactantes, adultos ativos ou sedentários, atletas, idosos frágeis e consumidores que sofrem de doenças herdadas ou adquiridas representam grandes grupos de consumidores com necessidades alimentares que abordam seus problemas nutricionais e garantem a conformidade considerando preferências pessoais em sabor, textura e aparência.

Mas não apenas o aspecto salutar que devemos levar em conta. Dr. André Boorsma, biologista molecular, levanta uma excelente questão. Até que ponto a personalização de produtos pode se auto sustentar de uma perspectiva mercadológica? Afinal, quanto mais individualizados os produtos são, em maiores volumes eles aparecem nas prateleiras do mercado. Tal espaço é duramente limitado e competitivo. Não se pode negar que será muito interessante vivenciar como o mercado e, principalmente, o consumidor vai se comportar frente a isso. Por outro lado, a indústria pode descobrir que a atração e retenção de clientes será muito mais gratificante.


*Anselmo Domingues, Application LATAM.


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