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PROTEÍNAS HIDROLISADAS DE TRIGO NA NUTRIÇÃO ESPORTIVA

Proteínas e desenvolvimento muscular

Depois da água, as proteínas são os principais constituintes do corpo humano (cerca de 17%) estando presentes na pele, músculos e sangue. Proteínas são importantes componentes estruturais e sua ingestão tem grande influência na formação e manutenção da massa muscular e esqueleto.

Os músculos representam cerca de 50% da massa corpórea. As proteínas são uma fonte de energia pouco importante para os músculos (menos de 3% durante a prática esportiva), mas são constituintes essenciais estando relacionados com os movimentos de contração.

A formação da massa muscular está relacionada com o resultante do balanço entre síntese protéica e catabolismo (denominado “muscle protein breakdown”). Há uma alternância entre os dois fenômenos em paralelo com a ingestão de alimentos.

Durante a vida, há várias etapas de desenvolvimento da massa muscular. Na infância a formação de massa muscular é intensa, na idade adulta há um período de estabilidade, na velhice observa-se a perda. Vários fatores tais como atividade física, alimentação e equilíbrio hormonal interferem na formação e manutenção da massa muscular. Neste contexto, a ingestão de proteínas é crucial para alguns grupos populacionais como atletas, adultos e idosos que têm requisitos nutricionais específicos.

Fonte: Syral-Tereos

As necessidades de proteínas para um adulto sedentário são, em geral, estimadas em 0,66 g de proteína /Kg, variando de acordo com a idade e a intensidade de prática esportiva. Segundo a ANVISA , Resolução - RDC nº 360, de 23 de dezembro de 2003, as necessidades diárias para um adulto é de 75 g por dia (referência FAO/OMS - Diet, Nutrition and Prevention of Chronic Diseases. WHO Technical Report Series 916 Geneva, 2003).

Atletas e adultos praticantes de atividade física têm requisitos de ingestão proteica maior: 1,0 – 1,4 g/kg para atletas, 0,83 g/kg para adultos.

Durante o exercício a energia armazenada na forma de glicogênio nos músculos esqueléticos e no fígado é usada na contração muscular. Nesta fase ocorrem simultaneamente síntese e degradação da massa muscular. Após o exercício, o glicogênio armazenado necessita ser reposto e a síntese de massa muscular ser estimulada. Estudos indicam que a combinação da ingestão de carboidratos e proteínas permite melhor reposição da glucose nos músculos no período pós-exercício. A ingestão de proteínas estimula a síntese muscular, particularmente se ingeridas até 3 horas após a prática esportiva.

Fonte: Syral-Tereos

Proteínas são formadas pela combinação de 20 distintos aminoácidos. Destes, 9 são classificados como essenciais, não são produzidos pelo corpo humano e 11 como não essenciais, que são importantes em circunstâncias específicas como por exemplo doenças, prática de atividade esportiva.

Aminoácidos não essenciais

Aminoácidos Essenciais

Proteínas de trigo

Proteínas de origem animal e vegetal podem ser utilizadas para otimizar a síntese muscular no período de recuperação após a prática esportiva. Proteínas de trigo são ricas em aminoácidos ramificados (BCAAs) como leucina, isoleucina e valina em concentrações variáveis. BCCAAs representam cerca de 35% dos aminoácidos nos músculos sendo essenciais para redução o dano muscular após o exercício e estimular a síntese muscular.

O perfil de aminoácidos de proteínas de trigo é caracterizado pela alta concentração de glutamina (36%, 41% na forma hidrolisada) e prolina (12%), além da excelente digestibilidade.

Fonte: Syral - Tereos

Aminoácidos são os elementos de construção das proteínas e cada um tem uma função específica na nutrição. A glutamina e glutamato, por exemplo, são percursores dos componentes do ciclo de Krebs e são substratos para energia para várias células.

A glutamina é o aminoácido mais abundante no sangue e músculos e é um aminoácido essencial na nutrição de praticantes de intensa atividade esportiva. Durante a prática esportiva de intensidade moderada a intensa, há uma demanda elevada de aminoácidos de cadeia ramificada (BCCAs) e uma forte redução do nível de glutamina muscular que necessita ser reposto no período pós-treino. Há evidências de que a suplementação de glutamina seja importante para acelerar a recuperação muscular e melhorar a defesa natural que possa ocorrer em decorrência da deficiência desta.

Estudos têm relacionado o treinamento intenso e exercícios de longa duração com a diminuição da resposta imune. Essa condição decorre de alterações hormonais e do metabolismo dos músculos esqueléticos e das células envolvidas no mecanismo de defesa.

Essa situação é prejudicial ao atleta não apenas pela impossibilidade de continuação do programa de treinamento e pela queda do desempenho nas competições, mas também pelas consequências fisiológicas relacionadas à sua própria saúde.

A diminuição da concentração plasmática de glutamina tem sido mencionada por diversos autores como o fator que reduz a funcionalidade dos leucócitos, deixando o atleta mais vulnerável a infecções Os músculos esqueléticos são a principal fonte da glutamina circulante, que por sua vez é imprescindível para o metabolismo e funcionalidade dos leucócitos.

A importância da suplementação de glutamina vem sendo estudada em processos que envolvem respostas imune e inflamatória. A concentração plasmática de glutamina diminui em condições de estresse, tais como em pacientes queimados, durante a septicemia, pós-cirurgia, após exercícios de resistência e no supertreinamento.

Proteínas de trigo hidrolisadas

Proteínas sob a forma hidrolisada, comparadas com proteínas na forma intacta, melhoram a digestão e a absorção protéica. Proteínas intactas de longas cadeias de peptídeos necessitam ser hidrolisadas previamente pelas enzimas do intestino, portanto proteínas hidrolisadas têm maior disponibilidade de aminoácidos, o que melhora sua incorporação no músculo.

Fonte: Syral – Tereos

Há evidências de que, em exercícios intensos e prolongados, a ingestão de fluidos contendo glutamina, presentes em alta concentração em proteínas hidrolisadas de trigo, reduz a incidência de infecções, melhorando a resposta imune de atletas.

Estudos apontam que a suplementação de atletas de maratonas com 10 a 20g de proteína hidrolisada de trigo até 1 hora após a corrida reduz significativamente os danos musculares após o exercício. O mecanismo estaria associado com a combinação de BCAA e glutamina com alta disponibilidade.

O consumo de proteínas hidrolisadas de trigo contribui para atender os requisitos nutricionais de atletas e de pessoas adultas e idosas com perda de massa muscular. A alta disponibilidade de aminoácidos e a alta concentração de glutamina de proteínas hidrolisadas de trigo destacam a linha MERIPRO, Syral-Tereos, como uma excelente opção para formulações para atender estas necessidades específicas.

A Vogler disponibiliza ao mercado proteínas hidrolisadas de trigo da linha MERIPRO. As proteínas hidrolisadas de trigo da linha MERIPRO contém 80% de proteínas de alta solubilidade e apresentam excelente estabilidade em ampla faixa de pH. Graças a alta solubilidade, é possível a aplicação em bebidas com alto teor de proteínas. Em combinação com carboidratos, é possível estabelecer o balanço ideal para a reposição da glucose nos músculos, favorecer a síntese muscular e melhorar a resposta imune.

A aplicação da proteína hidrolisada de trigo em barras de cereais ricas em proteínas permite a obtenção de produto de sabor neutro, de textura crocante, sem afetar a dureza, além de ser um excelente agente de liga.

* Ana Lúcia Barbosa Quiroga é Gerente de Desenvolvimento e Aplicação da Vogler Ingredients.

Vogler Ingredients Ltda.

www.vogler.com.br




 

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