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AGROPALMA - MAIS DE TRÊS DÉCADAS APOSTANDO EM SAÚDE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

A busca por uma alimentação saudável e a preocupação em preservar o meio ambiente são posturas adotadas hoje pela maioria das pessoas. Algumas décadas atrás, a realidade era outra bem diferente: pouco já se havia comprovado sobre os riscos do consumo de determinados alimentos. Empresas fabricavam seus bens sem dar destino ambientalmente correto aos resíduos originados no processo produtivo.

Para a Agropalma, maior produtora de óleo de palma da América Latina, desenvolver produtos saudáveis, cuja fabricação não prejudique os recursos naturais e também colabore para o desenvolvimento sustentável da comunidade, são princípios que integram a filosofia da empresa desde os anos 90.

A presença marcante do óleo de palma na dieta atual, seja como ingrediente no preparo de refeições ou como matéria-prima para a indústria de alimentos, se deve, principalmente, ao fato de possuir alta estabilidade oxidativa, permitindo maior grau de pureza no preparo dos alimentos, e ser livre de gorduras trans, esta é encontrada em milhares de alimentos que contêm insumos hidrogenados e não somente eleva o LDL (mau colesterol), como também aumenta o percentual de triglicérides que diminui o HDL (bom colesterol), o que faz crescer o risco de doenças cardiovasculares. como enfarte e derrame cerebral.

Desde 2006, com a resolução nº RDC 360 da ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária -, as empresas fabricantes de alimentos são obrigadas a informar nos rótulos dos produtos a quantidade de gordura trans, além do valor energético, carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, fibra alimentar e sódio. O que valorizou a preocupação das empresas comercializarem produtos com ingredientes cada vez mais saudáveis.

Além da linha convencional, a empresa também disponibiliza no mercado óleos e gorduras orgânicas certificadas pelo IBD (Instituto Biodinâmico), exportadas para Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos, Canadá e Chile. Grandes indústrias, como Elma Chips, Danone, Sadia, Nestlé, Nissin-Ajinomoto, entre outras, utilizam os ingredientes da Agropalma em seus produtos.

Óleo de palma: o mais consumido no mundo

O óleo de palma tem sido utilizado na preparação dos alimentos por mais de 5 mil anos. Atualmente, é o óleo vegetal mais produzido e consumido do mundo, sendo que seus atributos nutricionais e de saúde estão muito bem documentados na literatura.

Antes de servir como matéria-prima para o desenvolvimento de um combustível alternativo, o óleo de palma já permitia a produção de um leque de produtos utilizados como ingredientes para indústrias, como a alimentícia, de cosméticos e oleoquímica.

Da palma se obtém dois tipos de óleo: o óleo de palma (extraído da polpa) e o óleo de palmiste (extraído da amêndoa), ambos com composições químicas e características físicas diferentes.

Devido à composição peculiar do óleo de palma, é possível dividi-lo em uma variedade de frações que ampliam sua utilização em diversos alimentos, tais como margarinas, massas de sorvetes, achocolatados, gorduras para frituras, panificação, biscoitos, entre outros.

O óleo de palma é uma das fontes mais ricas em vitamina E, um nutriente que ajuda na redução do colesterol circulante e contribui para manter a saúde da pele e dos cabelos, assegurando a propriedade de crescimento e permitindo ao corpo melhorar a absorção de outras vitaminas.

Por que óleo de palma?

Importante matéria-prima para a indústria alimentícia, cosmética e oleoquímica, a produção do óleo de palma tem uma grande vantagem sobre os demais óleos vegetais: demanda muito menos espaço físico. Uma tonelada de óleo de soja, por exemplo, exige quase dez vezes mais terras do que uma tonelada de óleo de palma (veja tabela abaixo). Uma diferença estrondosa.

Além disso, o cultivo da palma promove a recuperação de áreas degradadas, há muito tempo desmatadas ou transformadas em pasto. O plantio da palma também contribui na redução de emissão de gases do efeito estufa - cada hectare, quando as árvores estão adultas, sequestra mais de 26 toneladas de carbono. Isso sem contar o poder de geração de emprego e renda, uma vez que tem alta exigência de mão de obra.

A cultura da palma é exigente em termos de recursos humanos. São necessárias uma mão de obra direta e três indiretas a cada 10 hectares. Outra questão decisiva é a continuidade. A cultura da palma não é sazonal, mas de longo prazo. Exige acompanhamento rigoroso e o payback estimado é de oito anos. O plantio da palma é um casamento que não pode ser desfeito com menos de 25 anos, ou seja, até o replantio.

PRODUÇÃO MUNDIAL DE ÓLEOS VEGETAIS X ÁREA PLANTADA

Palma - 56,89 milhões de toneladas/ano x 14 milhões de hectares

Soja - 48,94 milhões de toneladas/ano x 108 milhões de hectares

Canola - 18,48 milhões de toneladas/ano x 34 milhões de hectares

Girassol - 17,06 milhões de toneladas/ano x 25 milhões de hectares

Fonte: Oil World 2013

Sustentabilidade

A Agropalma é a única empresa brasileira a conquistar o certificado internacional RSPO - emitido pela entidade de mesmo nome Roundtable on Sustainable Palm Oil (Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável) - que comprova que o processo produtivo é realizado sobre os pilares da sustentabilidade, com o mínimo de danos ao meio ambiente. O selo é reconhecido mundialmente como o melhor atestado da produção sustentável de óleo de palma e, para obtê-lo, a empresa deve cumprir com todos os princípios, critérios e indicadores desenvolvidos pela RSPO.

Além disso, ficou em primeiro lugar no ranking de "Melhores Produtores de Óleo de Palma do Greenpeace", uma das principais ONGs ambientalistas, em 2012. Em 2014, finalizou o processo de certificação de toda a produção de fornecimento externo de frutos, que permitirá o abastecimento de 100% de óleo de palma sustentável, segregado e rastreável, aos clientes nacionais e internacionais.

Crescer em bases sustentáveis é imprescindível para a cultura da palma, tanto para a preservação da Amazônia brasileira quanto por uma questão de mercado. No cenário internacional já não cabe mais não ser sustentável. São crescentes as exigências de certificação no setor. Segundo dados da RSPO, hoje já existem 1.689 membros em 70 países distintos. São mais de 2,53 milhões de hectares de áreas de plantio certificadas e são produzidos 11,1 milhões de toneladas/ano de óleo de palma sustentável.

Se por um lado parece pouco em vista da produção mundial, que é de 56,89 milhões de toneladas/ano, representa uma enorme oportunidade de mercado, uma vez que a demanda por produtos sustentáveis cresce vertiginosamente.

Linha de produtos

Óleo de palma (convencional e orgânico): é extraído da polpa do fruto da palmeira oleaginosa Elaeis guineensis, por métodos físicos (prensagem mecânica), sem uso de solventes ou outras substâncias químicas. O refino deste óleo é feito de forma natural (fisicamente). Apenas produtos naturais são usados no seu processamento (ácido cítrico e terra não ativada). Isso difere dos processos convencionais de refino químico que usam soda cáustica para a neutralização dos ácidos graxos livres. No refino físico do óleo de palma os ácidos graxos livres são removidos por destilação. É utilizado em alimentos em geral, cosméticos e por indústrias oleoquímicas.

Óleo de palmiste (convencional e orgânico): é extraído da amêndoa da palma. O refino também é realizado por processo físico, sem uso de insumos químicos. Ainda que obtido do mesmo fruto da palmeira, o óleo de palmiste é diferente do óleo de palma. Possui principalmente ácidos graxos de cadeia curta e, por isso, apresenta características físicas peculiares importantes para aplicações específicas, como elaboração de sabonetes, substitutos de manteiga de cacau, oleoquímica etc.

Gordura de palma (convencional e orgânica): é altamente estável à oxidação devido à presença de antioxidantes naturais. Seu estado semissólido a temperatura ambiente ou em alguns casos com separação de fases se deve à sua composição peculiar de ácidos graxos com cerca de 50% de ácidos graxos saturados, 40% de monoinsaturados e 10% de poliinsaturados. Por não ter sido submetido a processos de hidrogenação artificial, é livre de ácidos graxos trans. Estas gorduras são aplicadas nos mais diversos segmentos das indústrias alimentícias, como frituras em geral, biscoitos, pães, bolos, snacks, etc.

Oleína de palma (convencional e orgânica): é um produto obtido por fracionamento natural do óleo de palma refinado. O fracionamento natural consiste em operações de resfriamento e filtração sem uso de aditivos químicos. A temperatura ambiente é líquida, podendo apresentar precipitação de triglicerídios de maior ponto de fusão caso este produto seja estocado em ambientes frios. Por seu baixo teor de ácido linolênico (C18:3), este produto possui elevada resistência a oxidação. Por não ter sido submetido a processos de hidrogenação artificial é livre de ácidos graxos trans. É aplicada nas indústrias alimentícias, cosméticas, óleoquímicas, etc.

Estearina de palma (convencional e orgânica): é um produto obtido por fracionamento natural do óleo de palma refinado. O fracionamento natural consiste em operações de resfriamento e filtração sem uso de aditivos químicos. Por seu alto teor de triglicerídeos e alto ponto de fusão, o produto é sólido a temperatura ambiente. Devido suas características físicas peculiares substitui com vantagens a diversas gorduras hidrogenadas na indústria de alimentos. Por não ter sido submetido a processos de hidrogenação artificial é livre de ácidos graxos trans. É aplicada nas indústrias alimentícias, cosméticas, óleoquímicas, etc.

Aspectos nutricionais do óleo de palma

1 - Produto GMO Free, isento de organismos geneticamente modificados.

2 - Produto isento de resíduo de pesticidas organoclorados e organofosforados em função do controle biológico de pragas aplicado na plantação e do programa de adubação aplicado.

3 - Produto isento de resíduos de solventes orgânicos devido a extração por prensagem.

4 - Produto isento de resíduos cáusticos por utilizar refino físico que dispensa o uso de soda cáustica para a remoção da acidez. A remoção da acidez é feita por destilação.

6 - O óleo de palma baixa o colesterol total e o mau colesterol LDL do sangue e eleva o bom colesterol HDL. O óleo de palma deveria ser classificado como uma gordura saturada e insaturada ao mesmo tempo. Ele contém proporções iguais de ácidos graxos saturados e insaturados.

7 - A porção saturada é formada de aproximadamente 43% de ácido palmítico e 5% de ácido esteárico. O ácido esteárico apresenta comportamento neutro na regulação do colesterol sanguíneo, pois sofre desaturação durante o metabolismo. O ácido palmítico apresenta tendência à neutralidade na regulação do colesterol sanguíneo em indivíduos que tem ingestão diária de colesterol dentro de uma faixa normal, em indivíduos com colesterol circulante nos níveis normais e quando há ácido linoléico (C18:3) na composição do alimento.

8 - A porção insaturada consiste de aproximadamente 42% de ácido oléico (monoinsaturado) e 10% de ácido linoléico (poliinsaturado). Ambos ácidos graxos são conhecidos por reduzirem o colesterol circulante.

9 - Aproximadamente 75% dos ácidos graxos insaturados estão na posição 2 do triglicerídeo e, por isso, facilita sua absorção e explica porque o óleo de palma não eleva o colesterol sanguíneo.

10 - Devido a sua composição balanceada e fabricação de gordura por blending, não necessitando de hidrogenação parcial, os produtos de palma são isentos de ácidos graxos trans, que aumentam o LDL e reduzem o HDL.

11 - O óleo de palma é a fonte conhecida mais rica de tocotrienóis. Nem um outro óleo comestível (exceto o óleo de arroz) contém esta forma de vitamina E em quantidades significantes. Ele tem 70% de tocotrienol (γ tocotrienol) e 30% (a α tocoferol) de tocoferol. A vitamina E, principalmente o tocotrienol, inibe a HMG CoA redutase, catalisador da síntese de colesterol, reduzindo o colesterol circulante.

12 - Os tocotrienóis do óleo de palma exibem propriedades anticancerígenas (Komiyama et al., 1989; Guthrie et al., 1993; Goh et al., 1994; Nesaretnam et al., 1992). Os tocotrienóis tem maior eficiência fisiológica na inibição do crescimento de tumores em humanos e ratos do que os tocoferóis (Kato et al., 1985; Komiyama et al., 1989).

Agropalma - Cia. Refinadora da Amazônia

www.agropalma.com.br




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